Get a site

“Para jogar no FC Porto temos que amar ganhar e odiar perder”

Miguel Queiroz percorre os quase sete anos de azul e branco numa extensa entrevista à mais recente edição da revista Dragões.

Está no FC Porto desde o verão de 2013, altura em que deixou o Illiabum, mas o destino de Miguel Queiroz já estava traçado pelo próprio: “Desde a primeira vez em que o Moncho López me ligou a dizer que o FC Porto estava interessado em mim, tudo ficou fechado na minha cabeça. Era só uma questão de acertar os detalhes do contrato. Para mim, representar uma equipa como o FC Porto e ser treinado por um treinador como o Moncho López era um sonho”, confessa o poste internacional português numa longa entrevista à edição mais recente da revista Dragões.

Chegou para representar o Dragon Force e fez lançamentos que valeram títulos na Proliga, mas a conquista da Liga em 2015/16 é um momento particularmente marcante para o capitão da equipa de basquetebol do FC Porto, sem esquecer a importância da experiência internacional e a época mais recente que terminou de forma abrupta e sem campeão devido à pandemia da Covid-19. Mesmo sem competição à vista, o plantel comandado por Moncho López regressou aos treinos no Dragão Arena depois de mais de dois meses a trabalhar individualmente em casa.

Ao percorrer a entrevista de Miguel Queiroz à revista oficial do FC Porto, torna-se fácil perceber porque é que o clube assenta tão bem ao basquetebolista. E vice-versa: “Para jogar no FC Porto, temos que amar ganhar e odiar perder. Tento sempre passar isso aos meus colegas. Damos tudo num jogo ao domingo e na segunda-feira temos de voltar a dar tudo no treino. Só pode ser assim no FC Porto. Temos de treinar a semana inteira para ganhar, para chegarmos ao jogo e ganhar. Aqui não treinamos por treinar, treinamos para ganhar e somos treinados para ganhar. Isto faz parte do que é a mística do FC Porto e é assim que encaro tudo na vida”.

A edição n.º 401 da Dragões está disponível na sua versão digital. É fácil e gratuito.

Fonte: fcporto.pt