Alex Telles: «Não vamos mudar a nossa forma de jogar»

Lateral fez a antevisão do jogo frente ao Besiktas, da primeira jornada do Grupo G da Liga dos Campeões.

Independentemente do adversário, há uma coisa de que Alex Telles sabe que o FC Porto não pode abdicar para chegar ao sucesso: a forma de jogar. Na conferência de imprensa de antevisão do jogo de estreia na Liga dos Campeões, o lateral brasileiro deixou bem claro que é uma equipa motivada e plena de confiança aquela que na quarta-feira (19h45) vai subir ao relvado do Estádio do Dragão para defrontar o Besiktas, equipa que não tem duvidas que vá dificultar em muito a vida dos azuis e brancos.

Sobre o confronto direto com Ricardo Quaresma, que amanhã regressa como adversário ao Estádio do Dragão, o brasileiro garante saber da qualidade do português, mas preferiu destacar o coletivo turco. Ultrapassada está a má memória da expulsão da época passada, frente à Juventus, um mau momento que diz ter servido para fazê-lo crescer como jogador.

A forma de jogar do FC Porto
“Em nenhuma partida nós podemos abdicar da nossa forma de jogar. Sabemos da dificuldade do jogo e também sabemos que cada adversário tem uma filosofia diferente, por isso a nossa estratégia também é diferente. Falando de mim, posso dizer que me sinto à vontade e confiante, porque o mister também passa muita confiança aos jogadores. Quando entramos dentro de campo confiantes e a saber o que temos que fazer torna-se mais fácil. E todos nós estamos muito focados.”

Pontos fortes e fracos do Besiktas
“Saí da Turquia há dois anos. Aprendi muito lá e alguns jogadores do Besiktas ainda estavam, mas as coisas vão mudando a cada ano. Vai mudando a estratégia, os jogadores e os treinadores. Eles são campeões, são um grupo forte e nós temos que estar atentos aos detalhes. Não tenho dúvida que vamos ter um jogo difícil. Vamos entrar focados, pois só assim vamos sair da partida com os objetivos cumpridos.”

Atenção a Quaresma, mas não só
“Estudámos este adversário como estudámos todos os outros, com o máximo respeito. O Quaresma é um grande jogador e tem uma história muito bonita aqui no FC Porto, que todos nós conhecemos. Obviamente pode desequilibrar e temos que estar atentos. Mas estamos preparados para lidar com todas as ameaças, não só a de Quaresma.”

A montra da UEFA
“Obviamente que gostava de chegar à seleção. Tenho esse objetivo traçado e é algo que sempre busco, mas sempre que falo sobre isso eu digo que é preciso fazer o trabalho aqui bem feito. Aprendi muito com a expulsão do ano passado. Foi um momento de excesso de vontade que não soube gerir muito bem. O futebol dá-te oportunidade de corrigir o erro na jogada seguinte, no jogo seguinte. O melhor que tenho a fazer é apagar o jogo da minha cabeça e foi isso que tentei fazer a cada treino e a cada jogo.”

Responsabilidade coletiva por não sofrer golos
“Cada vez que terminámos um jogo sem sofrer golos a responsabilidade aumente. É uma responsabilidade boa, partilhada por todos.”

Fonte: fcporto.pt